A Secretaria de Gestão Fazendária é um órgão pertencente à estrutura organizacional da Administração Direta do Município de Marabá-PA, criada pela Lei nº 17.220 de 20 de Dezembro de 2006, exercendo funções essenciais para que o Município possa cumprir seus objetivos. É responsável pela administração dos tributos de competência do Município.



sexta-feira, 12 de junho de 2015

Jucepa e PMM preparam convênio para tornar mais célere registro de empresas


Olha que notícia boa!
Está em fase de ajustes finais a confecção do convênio que será assinado entre Jucepa (Junta Comercial do Pará) e a Prefeitura de Marabá, para utilização do REGIN – Registro Mercantil Integrado.
Através dessa ferramenta, o usuário  que pretender constituir, alterar e dar baixa em empresa, não precisará ficar zanzando por aí.
Basta dirigir-se à sede da Jucepa, em Marabá, para formalizar seu objetivo.
Na Junta Comercial, e após deferimento do pedido, a empresa já terá o NIRE (Número de Identificação do Registrode Empresa), CNPJ, Inscrição Estadual e Alvará Provisório de Funcionamento.
Isso significa maior celeridade na conclusão do processo e permitirá à Prefeitura de Marabá ter maior controle na arrecadação do município.
(Blog Do Hiroshi Bogea)

SEGFAZ - Secretaria Municipal de Gestão Fazendária
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terça-feira, 9 de junho de 2015

Casa Nova e Novo Código Tributário



Secretaria de Gestão Fazendária muda para novo prédio, mas está mais preocupada em aprovar o novo Código Tributário para o Município
Uma mudança de paradigma se instalou na Secretaria Municipal de Gestão Fazendária (Segfaz) desde que o advogado Ricardo Rosa começou a gerir aquela repartição, considerado o principal órgão arrecadador da Prefeitura de Marabá. Depois de promover ampla mudança para melhorar o desempenho do órgão e dar celeridade no atendimento ao usuário, Ricardo se empenhou em conseguir um prédio mais adequado para abrigar os departamentos e receber com mais comodidade quem procura a Segfaz para resolver as mais variadas questões. Na entrevista a seguir, o secretário Ricardo Rosa fala dos desafios que precisou enfrentar desde o início de 2013 até agora e como conseguiu diminuir o número de reclamações sobre o órgão.

CORREIO – Quando ocorreu a mudança da Segfaz para a nova sede, na Folha 26?
Ricardo Rosa - A maior parte da mudança ocorreu entre os dias 18 e 21 de abril deste ano, aproveitando o ponto facultativo e o feriado da ocasião. Mas, somente na última semana considero que encerramos essa etapa de mudança de endereço, com a retirada do servidor central de dados do antigo prédio e sua instalação em nossas novas dependências. E o saldo positivo é que conseguimos fazer isto sem comprometer, senão por breves momentos, o funcionamento do sistema e o atendimento ao público, razão pela qual parabenizo toda a equipe que se dedicou e trabalhou para que tudo ocorresse com o mínimo de impactos.

CORREIO - O quadro de servidores da Segfaz foi ampliado desde que você assumiu a gestão desta secretaria, em 2013?
Ricardo Rosa - Quando o governo do prefeito João Salame assumiu a prefeitura, o quadro de servidores da Segfaz era composto por 83 funcionários. Hoje são 113. Mesmo assim, conseguimos diminuir o número de comissionados e reduzir drasticamente a quantidade de horas extras e diárias.

CORREIO - O espaço atual tem quantos metros quadrados e que tipo de adequações foram implementadas para tornar o ambiente mais funcional e moderno?
Ricardo Rosa - O espaço atual tem 720 m² e nele foram realizadas diversas adequações, criando uma secretaria realmente moderna, funcional e acessível, para que, assim, possamos prestar um serviço mais eficiente e com o máximo de transparência, em todos os aspectos.

CORREIO - No passado, havia muitas reclamações sobre qualidade e morosidade no atendimento ao usuário. Que mudanças foram necessárias para mudar esse panorama?
Ricardo Rosa - Desde o início do governo do prefeito João Salame foram implementadas mudanças das mais variadas formas na Secretaria de Gestão Fazendária. Na realidade, até hoje, buscamos melhorar nosso desempenho, sempre com a filosofia de que o servidor público tem de “servir” a população, independente da função que ele exerce. Com isso, conseguimos reduzir em mais de 90% o número de reclamações, ao passo que agilizamos todos os procedimentos e reduzimos o tempo de atendimento do público em geral.

CORREIO - Quanto tempo, em média, um usuário fica na fila para ser atendido na Segfaz, atualmente?
Ricardo Rosa – Hoje, depois que um cidadão retira sua senha ao entrar na Segfaz, demora em torno de 3 a 10 minutos para ter o seu atendimento iniciado. E olha que atendemos, em média, duas mil pessoas por mês. Além disso, muitos contribuintes utilizam o atendimento on line no portal de serviços na internet, onde consegue realizar desde a emissão, alteração ou cancelamento de uma Nota Fiscal, até a confecção de certidões e do próprio alvará de funcionamento. Realizamos, também, o atendimento através de e-mails, sendo que um número cada vez maior de contribuintes tem recorrido a essas ferramentas eletrônicas. No próximo mês (junho), ainda vamos implantar um serviço exclusivo para retirar dúvidas e orientar os contribuintes.

CORREIO - As mudanças foram apenas de um prédio para outro, ou os equipamentos e mobília também são novos?
Ricardo Rosa - Algumas coisas são novas, outras, trouxemos do antigo prédio. Mas, dentro em breve, receberemos um pacote considerável de novos equipamentos, principalmente de informática.

CORREIO - Quais são os impostos que mais geram arrecadação para o município e quais podem ser melhorados?
Ricardo Rosa - O ISS (Imposto Sobre Serviço) é o que alcança maior arrecadação. Estamos, entretanto, trabalhando para aumentar a receita do município de um modo geral, e, isso significa que nossa meta é ampliar a arrecadação de todos os tributos que são de nossa competência, sem abrir mão, contudo, da legalidade, da transparência e do tratamento justo de cada contribuinte. Isto é, aliviando o peso da carga sobre os pequenos e mais humildes e cobrando aquilo que é devido dos mais ricos. Essa, aliás, é a grande visão do projeto de lei do novo Código Tributário, que está na fase final de confecção.

CORREIO - Atualmente, algumas pessoas reclamam sobre a emissão de alvarás por parte da Segfaz. O que tem gerado essas queixas? Elas procedem?
Ricardo Rosa - Com segurança posso afirmar que qualquer dificuldade na emissão do alvará de funcionamento não está na Segfaz, e, quem vivência o nosso dia a dia, pode confirmar o que estou falando. O problema, muitas vezes, é que o próprio contribuinte chega à Secretaria sem ter as demais licenças que a lei exige, de acordo com a sua atividade, o que inviabiliza a emissão do seu alvará anual de funcionamento. Mesmo assim, na maior parte dos casos, emitimos um alvará provisório e concedemos um tempo para que esse contribuinte se regularize.
A solução desse problema, assim, passa por uma mudança cultural na mentalidade dos contribuintes, que precisam compreender a importância de obter as licenças inerentes à sua atividade. É inadmissível, por exemplo, um restaurante funcionar sem a licença da vigilância sanitária ou um posto de gasolina sem o laudo dos bombeiros, mas perpassa, também, pelo aparelhamento de todos os órgãos envolvidos nessa cadeia, que precisam ser mais ágeis e menos burocráticos. Por fim, existe, ainda, a necessidade de modernização daa próprias leis, como recentemente expomos na Comissão de Desenvolvimento da Câmara de Vereadores. É que algumas exigências, na atualidade, são descabidas e sem muita lógica, servindo apenas para dificultar a vida dos contribuintes e dos órgãos públicos.

CORREIO - Neste período de crise financeira que causa grandes reflexos em Marabá, a arrecadação do município diminuiu muito?
Ricardo Rosa - Após um período de crescimento da arrecadação, nos anos de 2013 e 2014, recentemente, a receita municipal começou a apresentar sinais da desaceleração econômica, que, aliás, atinge não apenas a nossa cidade, mas o Brasil como um todo. Mas o governo do prefeito João Salame não está inerte, e sim trabalhando para trazer mais recursos, projetos e obras para o município, além de buscar fortalecer a economia local. A título de exemplo, para atrair investimentos o novo código propõe a redução da carga tributária de setores estratégicos, como a educação, pois Marabá está se transformando em um grande polo de conhecimento e todos sairão ganhando.

CORREIO – Essa mudança na lei do Código Tributário não implica em diminuição da receita para o município?
Ricardo Rosa - O governo não fará apenas mudanças no atual código, mas enviará para a Câmara de Vereadores o projeto de lei de um novo Código Tributário, que prima pela modernidade, eficiência e pelo fortalecimento de setores econômicos estratégicos e, principalmente, pelo tratamento mais justo dos contribuintes, buscando aliviar o peso da carga sobre os pequenos. Como exemplo, no novo código, o governo criará várias isenções de IPTU, reduzirá o valor de algumas taxas e diminuirá a alíquota do ISS, para menos da metade nos segmentos da educação e da saúde, considerados essenciais para o nosso desenvolvimento. Isso representa, na verdade, o fortalecimento desses setores, que poderão investir mais ainda no município.

(Ulisses Pompeu)
Fonte: Jornal Correio do Tocantins

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segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Nota Fiscal Eletrônica para consumidor será obrigatória em 2015

A obrigatoriedade da emissão de Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica - NFC-e, no Pará, começará em junho de 2015, para 767 estabelecimentos comerciais.A Secretaria da Fazenda do Pará, Sefa, publicou no dia 30/12, no Diário Oficial do Estado a Instrução Normativa (IN) número 28/14, regulamentando a utilização da Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica, NFC-e, modelo 65.
De acordo com a Instrução Normativa, a obrigatoriedade começará a partir de 1º de junho de 2015, para os estabelecimentos vinculados Coordenação Especial de Grandes Contribuintes da Sefa, “que efetuem venda ou fornecimento de mercadoria à pessoa natural ou jurídica não contribuinte do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação, ICMS”.

Estabelecimentos que vendam ou forneçam mercadoria à pessoa natural ou jurídica não contribuinte do ICMS e estejam obrigados à Escrituração Fiscal Digital, EFD, estarão obrigados. Em junho de 2016 passarão a ser obrigados a emitir NFC-e os demais estabelecimentos que efetuem venda ou fornecimento de mercadoria à pessoa natural ou jurídica, não contribuinte do ICMS.

A Secretaria da Fazenda permitirá a adesão voluntária das empresas. “Para efeito da obrigatoriedade de emissão da NFC-e serão consideradas todas as atividades econômicas referentes à venda ou fornecimento de mercadoria à pessoa natural ou jurídica não contribuinte do ICMS, constantes dos atos constitutivos da empresa, mesmo que não seja a principal ou exercida e não incluída no Cadastro”, informa a Instrução Normativa. A obrigatoriedade de emissão de NFC-e exclui o Micro Empreendedor Individual, MEI.

A emissão da NFC-e poderá ser feita concomitante com a Nota Fiscal de Venda a Consumidor, modelo 2, ou Cupom Fiscal, pelo prazo de seis meses, contados a partir da data do efetivo credenciamento da emissão à NFC-e, os estabelecimentos credenciados à emissão da NFC-e, de ofício ou voluntariamente.

Esgotado o prazo da emissão concomitante, os contribuintes deverão devolver, no prazo de 30 dias, os blocos ou formulários de Nota Fiscal de Venda a Consumidor, modelo 2, não utilizados, à Coordenação Especial ou Regional da Secretaria da Fazenda da sua circunscrição, para serem cancelados.

“A emissão de a Nota Fiscal de Venda a Consumidor, modelo 2, ou o Cupom Fiscal após o prazo estabelecido pela Instrução Normativa tornará os documentos inidôneos”, explica o coordenador do Projeto NFC-e no Pará, auditor de receitas estaduais José Guilherme Koury. “A partir da data de credenciamento à emissão da NFC-e, a Autorização de Impressão de Documentos Fiscais - AIDF, em relação à Nota Fiscal de Venda a Consumidor, modelo 2, será limitada a dois blocos”. Estas são as regras para a transição dos documentos fiscais atuais para a emissão de NFC-e.

Outra regra estabelecida pela Sefa é de que, a partir da data de credenciamento à emissão da NFC-e, será vedada a concessão de Autorização de Uso de equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF).
Fonte: SEFA/PA

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quinta-feira, 24 de julho de 2014

PMM e SEGFAZ lançam campanha do IPTU 2014

Prefeitura Municipal de Marabá, em trabalho conjunto com a Secretaria Municipal de Gestão Fazendária (SEGFAZ), lança campanha do IPTU 2014, cuja  cota única antecipada  vence no próximo 11 de agosto.
O desconto é de 10% para quem pagar em cota única.
Uma das novidades deste ano para quem tem IPTU em atraso até 2012, é o pagamento da pendência com desconto de 100% sobre juros e multa, conforme informa Ronan Pereira Damasceno, Assessor Fazendário da Secretaria de Gestão Fazendária.
A campanha do IPTU, que será lançada nos veículos de comunicação da cidade, divulga os benefícios gerados com o pagamento à vista e antecipado até o dia  11 de agosto, e até sobre o valor principal para quem optar pelo pagamento único
“O imposto é utilizado em benefício da própria comunidade, como determina a Constituição Federal. 25% dos recursos são destinados para Educação, enquanto 15% são aplicados em Saúde. O restante é dividido em investimentos em pavimentação e asfaltamento de ruas, obras de infraestrutura, iluminação, assistência social, dentre outros”, explica  Ricardo Rosa, secretário da Segfaz.
O IPTU se constitui, assim, como uma das principais fontes de arrecadação municipal e tem uma função social, principalmente para a efetiva realização de uma adequada política de desenvolvimento urbano em cada localidade.
Os carnês de IPTU serão entregues no endereço dos contribuintes, porém existem algumas localidades não cobertas pelos Correios, diante disto a SEGFAZ disponibiliza a emissão do DAM através do portal de serviços, no link http://200.217.187.202/eSiat/IPTU_Index.aspx .
 

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quinta-feira, 17 de julho de 2014

Senado aprova projeto que altera Supersimples

Por unanimidade, o Senado aprovou, nesta quarta-feira (16), projeto de lei complementar que altera o regime de tributação das micro e pequenas empresas e universaliza o acesso do setor de serviços ao Simples Nacional, conhecido como Supersimples. Foram 56 votos favoráveis. Texto segue agora para sanção ou veto presidencial.
De acordo com o projeto, já aprovado pela Câmara em junho, o enquadramento de empresas não vai ser mais por categoria, mas, sim, pelo faturamento. Com a mudança, qualquer empresa da área de serviços que fature anualmente até R$ 3,6 milhões vai poder ingressar no regime especial de tributação.
As empresas que se enquadrarem no novo sistema vão ser tributadas de acordo com uma nova tabela que vai de 16,93% a 22,45% do faturamento mensal. Além de micro e pequenas de medicina e advocacia, empresas que fabricam refrigerantes e compostos utilizados na produção dessas bebidas foram incluídas no programa. Cerca de 140 segmentos não contemplados anteriormente poderão optar pelo regime simplificado.
O Simples, criado em 2007, é um regime tributário especial que reúne o pagamento de seis tributos federais, o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e o Imposto sobre Serviços (ISS). As micro e pequenas empresas incluídas no Simples não pagam uma alíquota para cada tributo. Recolhem — numa única guia — um percentual sobre o faturamento que é repassado para a União, os governos estaduais e as prefeituras.
Fonte: http://congressoemfoco.uol.com.br/noticias/senado-aprova-projeto-que-altera-supersimples/
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quarta-feira, 9 de julho de 2014

Receita libera consulta ao segundo lote de restituições do IR 2014

A Receita Federal liberou nesta terça-feira (8) a consulta ao segundo lote de restituições do Imposto de Renda de 2014 (ano-base 2013). Foi liberada, ainda, a consulta a lotes residuais de 2013, 2012, 2011, 2010, 2009 e 2008.
O dinheiro das restituições será depositado no próximo dia 15 (terça-feira) na agência bancária indicada pelo contribuinte ao fazer a declaração. O valor é corrigido pela Selic (taxa básica de juros), mas, após cair na conta, não recebe nenhuma atualização.
No total, 1.060.473 contribuintes vão receber a restituição desta vez. Eles vão receber, juntos, R$ 1,6 bilhão.
Para saber se teve a restituição liberada, o contribuinte pode acessar o site da Receita Federal ou ligar para o Receitafone, no número 146.
As restituições serão depositadas na agência bancária indicada pelo próprio contribuinte na declaração do Imposto de Renda.

Veja datas do pagamento das restituições de IR 2014
  • 16 de junho
  • 15 de julho
  • 15 de agosto
  • 15 de setembro
  • 15 de outubro
  • 17 de novembro
  • 15 de dezembro
 Fonte: UOL.com.br

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quarta-feira, 4 de junho de 2014

Marabá representará o Pará na edição nacional do Prêmio Prefeito Empreendedor

Os esforços do secretário Ricardo Rosa  e de sua equipe na Secretaria de Gestão Fazendária,  na luta pela desburocratização ao atendimento público, levaram o município de Marabá a ser indicado, representando o Pará, para disputar a premiação  ”Prefeito Empreendedor”, promovido anualmente pelo Sebrae.
Nesta terça-feira (3), o Sebrae vai premiar 12 prefeituras que elaboraram e implantaram os melhores projetos de incentivo aos pequenos negócios no Brasil entre os anos 2012 e 2013.
Marabá, com a criação do “Alvará Online” e do “Portal do Contador”, foi selecionada para representar o Pará no evento nacional.


Marabá será representada no evento pelo prefeito João Salame Neto, que estará acompanhado pelos secretários municipais de Gestão Fazendária, Ricardo Rosa e de Indústria e Comércio, Alex Sandro Souza.
Em sua 8ª Edição, o Prêmio Sebrae Prefeito Empreendedor selecionou 123 projetos finalistas entre os 1.348 inscritos.  A divulgação dos vencedores e a entrega dos prêmios acontece em Brasília (DF), na sede do Sebrae Nacional, a partir das 18 horas.
O prêmio foi criado há 13 anos e já recebeu cerca de sete mil inscrições, premiando 55 gestores municipais que se mostraram parceiros das micro e pequenas empresas. Com a premiação o Sebrae conseguiu incluir o empreendedorismo como um item essencial ao desenvolvimento econômico e social dos municípios brasileiros.
O prêmio é o reconhecimento do êxito de iniciativas dos gestores municipais e está dividido nas categorias Melhor Projeto do Estado, Lei Geral Implementada, Compras Governamentais, Desburocratização e Pequenos Negócios no Campo.
Os trabalhos escolhidos na etapa estadual do prêmio dizem respeito a diversas áreas de atuação, entre elas planejamento e infraestrutura para o desenvolvimento econômico e social local, formalização da economia local, política tributária para os pequenos negócios, compras públicas locais, acesso a inovação e tecnologia, cooperação e associativismo, acesso a crédito e serviços financeiros, capacitação e empreendedorismo, promoção do desenvolvimento rural e Lei Geral Municipal.
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